Nos dias 4 e 5 de julho, o espetáculo “ÂNIMA” chega a Curitiba, com apresentações no Teatro Bom Jesus. Considerado uma “ode” às mulheres que iluminaram os caminhos da humanidade, por meio de suas lutas, batalhas e conquistas, o monólogo é estrelado pela premiada atriz Beth Zalcman e conta com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão. A peça reúne seis mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas, são elas como Joana Darc, Simone Weil, Helena Blavatsky, Harriet Tubman, Marguerrit Porret e Hipatia de Alexandria.
“Quando Lúcia me entregou o texto ÂNIMA, ela me disse: nele estão seis mulheres que marcaram a minha vida. Fiquei curiosa, emocionada, ansiosa, e na primeira leitura compreendi que eu viveria uma experiência profunda e bela. Mulheres distintas vindas de tempos e espaços distantes, mas conectadas pelo desejo de fazer a vida valer a pena para todos. Para descobri-las tive que mais uma vez mergulhar no meu silêncio, como aprendi com Blavatsky” explica a atriz Beth Zalcman.
As apresentações ocorrem às 20h, no sábado (4), e, às 19h, no domingo (5). Os ingressos estão à venda pelo Disk Ingressos com valores a partir de R$70 (meia-entrada) + taxa adm.
Mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas
Em “ÂNIMA”, uma tecelã ocupa o palco da peça tecendo histórias que deixaram uma marca indelével no curso da humanidade.
A primeira personagem é a corajosa e autêntica filósofa francesa Simone Weil, séc. XX, dotada de uma capacidade ímpar de ver simbolicamente a vida e aprofundar-se em seus segredos mais íntimos. Seguindo com a inesquecível heroína e Santa, Joana D’Arc, séc. XIV, condenada à fogueira pela igreja católica e canonizada pela mesma igreja.
A peça segue com a escritora Helena Blavatsky, séc XIX, duramente condenada por seus contemporâneos, por sua ousadia e originalidade, por sua irreverência e determinação; também entra em cena a brilhante Harriet Tubman, sec XVIII, mulher escravizada e foragida que libertou muitos outros companheiros da escravidão, se tornando símbolo da luta contra o trabalho escravo nos EUA. Em seguida, ficamos de frente com Marguerite Poret, a grande pensadora e mística do séc. XIII, que nos legou a reconhecida obra “Espelho das Almas Simples…”, que lhe rendeu uma condenação à morte na fogueira.Ao final dessa jornada, encontramos, no séc. IV, Hipátia de Alexandria, uma incansável investigadora, que foi vítima do fanatismo de seu tempo, conhecida como a primeira matemática documentada na história
Parceria de sucesso
Este é o terceiro texto de Lúcia Helena Galvão para o teatro, especialmente criado para a atriz Beth Zalcman, retomando a parceria de sucesso iniciada com “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio”, visto por cerca de 220 mil pessoas e que rendeu o Prêmio Cenym de Melhor Atriz, em 2023. Luiz Antônio Rocha, que assina a encenação de Helena Blavatsky, repete a parceria com a autora e a atriz.
“A coragem e a resistência à adversidade são características inerentes a muitas mulheres, especialmente quando o amor e a compaixão estão em jogo”, afirma a autora Lúcia Helena Galvão, que completa: “Este é um belo ‘arsenal’ de habilidades femininas. Embora não pretendamos esgotar todo o potencial feminino com essa breve reflexão, queremos destacar o poder transformador que as mulheres trazem consigo. Elas preenchem muitos dos ‘vazios’ que tanto afligem a humanidade, e é fundamental reconhecer e valorizar suas contribuições”.
Para o diretor e encenador Luiz Antônio Rocha, “ÂNIMA” é uma peça que fala da alma feminina. “Beth é uma atriz extraordinária que mergulha e responde às propostas com muita rapidez. O texto da Lúcia vem imbuído de provocações e possibilidades. Me sinto um diretor de alma feminina, trabalhando com duas super mulheres, festejando minha terceira parceria com Beth e Lúcia”,finaliza.
O espetáculo “ÂNIMA” é apresentado pelo Ministério da Cultura e Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro, com apoio gastronômico do Dizzy Café Concerto e parceria da Nova Acrópole Organização Internacional. Siga o espetáculo “ÂNIMA” no Instagram pelo @animaapeca
Ficha Técnica:
Argumento e texto original: Lúcia Helena Galvão
Interpretação: Beth Zalcman
Encenação: Luiz Antônio Rocha
Projeto de luz: Ricardo Fujii
Figurino: Thanara Shornadie
Cenário: Luiz Antônio Rocha e Toninho Lobo
Trilha sonora: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha
Sonoplastia: Anderson de Almeida / TAKE
Preparação corporal: Miriam Weitzman
Visagismo: Neandro
Fotos: Marcelo Estevão – Modus Focus / Flavia Canavarro / Jow Coutinho / Leandro Moraes
Assessoria de Imprensa Nacional: Flavia Fusco Comunicação
Assessoria de Imprensa Curitiba: TIP – Performance de Mídia
Gestão Redes sociais: CulturaLab, do grupo Top Na Mídia
Gestão e Elaboração leis de incentivo: Lilian maia
Direção de Produção: Luiz Antônio Rocha
Realização: Espaço Cênico, Mímica em Trânsito e Teatro em Conserva
Sobre Lúcia Helena Galvão – Lúcia Helena Galvão é uma filósofa, professora, escritora, poetisa, conferencista e voluntária há 35 anos de experiência na organização Nova Acrópole do Brasil. Na instituição, ela ministra aulas e palestras abordando diversos temas relacionados à Filosofia. Seus temas de estudo trazem a filosofia para um nível prático e aplicável, estabelecendo conexões entre conhecimentos antigos e a atualidade. Seu trabalho consistente atrai uma audiência global, com milhares de pessoas acompanhando seus livros ou escutando suas palestras. As produções criativas e filosóficas de Lúcia Helena compartilham conhecimentos adquiridos com muito estudo e dedicação, visando auxiliar as pessoas a crescerem e se tornarem seres humanos melhores.
Sobre Beth Zalcman – Beth Zalcman é atriz e autora, acaba de ganhar o Prêmio Cenym 2023 de melhor atriz com o monólogo Helena Blavatsky a voz do silêncio, que apresenta por todo país aclamado pela crítica e público. Atuou em Reis – Record/ em Desalma -Globoplay/ D Vitória / Conspira e Globoplay. Séries Tudo de Bom e Todo dia a mesma noite. Na peça Brimas, indicada ao Prêmio Shell 2015 melhor texto com grande sucesso de público e crítica. Integrou o elenco de “Amor sem Igual”, “Jezabel“, Apocalipse, na TV Record, Sob Pressão (3 temporadas) e Órfãos da Terra, Insensato Coração, Joia Rara, Velho Chico entre outras, na TV Globo. Estreou longas: Solteira quase surtando e Jovens Polacas. Foi D. Marisa no longa “Polícia Federal, a lei é para todos”. 40 anos de carreira artística. Estuda a técnica MICHAEL CHEKHOV de atuação no curso David Zinder Tel Aviv-2019 /no International Michael Chekhov Woskshop and Festival- Nova York- 2014 / – MASTER CLASS com LENARD PETIT, RJ – 2015 etc. Formada em Comunicação pela FACHA.
Sobre Luiz Antônio Rocha – Luiz Antônio Rocha começou sua carreira como ator no teatro Tablado tendo sido dirigido por Maria Clara Machado em “O Dragão Verde”. Atua em todos os segmentos artístico-culturais, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público. São quase 40 anos dedicados à produção de qualidade com temáticas relevantes. Além das peças de teatro Luiz Antônio Rocha é considerado pela Revista Veja como um dos melhores diretores de elenco do mercado de Tv e Cinema, tendo produzido o elenco de centenas de comerciais nacionais e internacionais, filmes, novelas e minisséries. No audiovisual destacam-se: “Mandrake”, “O Brado Retumbante”, “Laços de Família”, “Mulheres Apaixonadas”, “Presença de Anita”, “A Lei e o Crime”, “Vidas Opostas”, “Seven years in Tibet” de Jean- Jacques Annaud, “Le Jaguar” de Francis Veber, “Anjos do Sol” de Rudi Langman e “A Mulher do meu amigo” de Domingos Oliveira, “Velho Chico”, de Benedito Ruy Barbosa, “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum – ambos com direção de Luiz Fernando Carvalho para a TV Globo; “Retrato de um certo Oriente” de Marcelo Gomes entre outros. Em teatro dirigiu as seguintes peças: “Eu te darei Céu” em 2007, de Nanna de Castro e “Uma Loira na Lua” em 2004, sucesso de público e crítica. A peça foi considerada por Flávio Marinho no seu livro “Quem tem medo de besteirol” como um dos reinventores do gênero. Em 2011: “A História do Homem que ouve Mozart e da Moça do Lado que Escuta o Homem”, de Francis Ivanovich que participou das mostras oficiais dos Festivais de Curitiba e Porto Alegre de 2011. Em 2014: “Frida Kahlo, a Deusa Tehuana” (em cartaz até hoje); Em 2015; “Brimas” de Beth Zalcman e Simone Khalil; em 2018 escreveu e dirigiu ZILDA ARNS, A DONA DOS LÍRIOS e “ Paulo Freire, o Andarilho da Utopia sobre o patrono da Educação Brasileira pelo qual foi indicado ao prêmio Shell na categoria Inovação; Em 2019: “Helena Blavatsky, a Voz do silêncio” com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão. Em 2022 O Profeta, uma releitura filosófica por Lúcia Helena Galvão.
Serviço:
“ÂNIMA”
Espetáculo escrito pela filósofa Lúcia Helena Galvão
Atuação de Beth Zalcman
Data: 4 de julho (sábado), às 20h e, 5 de julho (domingo), às 19h
Local: Teatro Bom Jesus (Rua 24 de Maio, 135 – Centro)
Duração: 75 minutos
Classificação: 12 anos
Ingressos pelo Disk Ingressos
créd.foto- laura carvalho


